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UNIFAL-MG realiza Oficina Sueli Carneiro no campus Sede, no dia 25/06

Atualizado em 23/06/2026 16:24

  • Comunicação
(foto: reprodução/André Seiti)
(imagem: reprodução/arquivo pessoal)

No dia 25/06, às 07h30 e às 13h30, a UNIFAL-MG, por meio do projeto de extensão Consciência Negra o Ano Todo, de Janeiro a Janeiro, participa do evento V festival Casa Sueli Carneiro com a Oficina Sueli Carneiro. A atividade acontece no Auditório R101 do campus Sede da Universidade.

A iniciativa busca apresentar a biografia da intelectual, filósofa e ativista Sueli Carneiro aos estudantes da Escola Estadual Prof. Levindo Lambert, de Alfenas/MG, e às comunidades interna e externa da UNIFAL-MG. A ação também celebra os 76 anos de vida e luta de uma das principais representantes do movimento negro e do feminismo negro no Brasil, além de promover a divulgação de suas obras.

Durante o evento, serão realizadas duas oficinas, desenvolvidas por meio da contação da história de vida de Sueli Carneiro, de sua biografia e de seus livros publicados; apresentação de audiovisual sobre e com Sueli Carneiro; apresentação do enredo e do samba-enredo em homenagem ao Geledés – Instituto da Mulher Negra, apresentado pela escola de samba Mocidade Unida da Mooca (MUM) no Carnaval de São Paulo de 2026; e atividade lúdica: o bingo antirracista, com frases e palavras-chave acerca da biografia de Sueli Carneiro.

O projeto é coordenado pela professora Ana Lucia da Silva e pelo professor Marcelo Menezes Salgado, ambos docentes do Instituto de Ciências Humanas (ICHL) e letras da UNIFAL-MG. Não é necessário realizar inscrição para participar da atividade. Os interessados devem apenas comparecer ao local no horário do evento.

“Sueli Carneiro é uma das intérpretes do Brasil, suas pesquisas, seus estudos, seu ativismo e sua atuação com a Casa Sueli Carneiro na sociedade brasileira são importantíssimos para a análise da sociedade brasileira e da luta antirracista e feminista, agindo em legítima defesa da História da África, do povo negro, das mulheres negras, da juventude negra, pobre e periférica, do movimento hip-hop, entre outros movimentos sociais. A intelectualidade negra nos possibilitam questionar o paradigma ocidental, eurocêntrico, tradicional e patriarcal, o mito da democracia racial, o racismo, o epistemicidio, o machismo, a misoginia, a violência doméstica, o feminicídio, a violência racial e policial, ou seja, a necropolítica”, finaliza Ana Lúcia Silva.

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