{"id":14915,"date":"2026-10-09T08:47:41","date_gmt":"2026-10-09T11:47:41","guid":{"rendered":"https:\/\/facepevirtual.org.br\/facepe\/?p=14915"},"modified":"2026-10-09T08:47:43","modified_gmt":"2026-10-09T11:47:43","slug":"pesquisa-mapeia-negocios-capelas-e-desafios-no-trecho-do-caminho-da-fe-em-paraisopolis-mg","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/facepevirtual.org.br\/facepe\/pesquisa-mapeia-negocios-capelas-e-desafios-no-trecho-do-caminho-da-fe-em-paraisopolis-mg\/","title":{"rendered":"Pesquisa mapeia neg\u00f3cios, capelas e desafios no trecho do Caminho da F\u00e9 em Parais\u00f3polis-MG"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estudo desenvolvido no curso de Geografia (Licenciatura) mostra como a rota se relaciona com o com\u00e9rcio e a paisagem do munic\u00edpio<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/category\/ciencia\/\">+Ci\u00eancia<\/a>, <a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/category\/destaque\/\">Destaque<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/2026\/10\/08\/\"><time>08\/10\/2026<\/time><\/a><\/li>\n\n\n\n<li>11:26<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/author\/ana-araujo\/\">Ana Carolina Ara\u00fajo<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/capa_caminho-da-fe_paraisopolis.jpg\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:1.791044776119403;width:1200px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Estudo envolveu an\u00e1lise de dados econ\u00f4micos, visita a bairros rurais que integram a rota e entrevistas. (Foto: Arquivo\/Lucas Andrade)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pousadas instaladas em antigas casas de fam\u00edlia, pontos de apoio criados em ch\u00e1caras e capelas constru\u00eddas ao longo do trajeto s\u00e3o algumas das marcas deixadas pelo <a href=\"https:\/\/caminhodafe.com.br\/ptbr\/o-caminho-da-fe\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Caminho da F\u00e9<\/a> na cidade de Parais\u00f3polis, no Sul de Minas. Essas mudan\u00e7as foram documentadas em uma pesquisa da UNIFAL-MG, que tamb\u00e9m reuniu relatos sobre dificuldades nas estradas e na sinaliza\u00e7\u00e3o. O estudo ganha relev\u00e2ncia neste m\u00eas de outubro, quando as peregrina\u00e7\u00f5es da tradi\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica rumo a Aparecida se intensificam em fun\u00e7\u00e3o do dia dedicado a Nossa Senhora Aparecida, celebrado pelos fi\u00e9is em 12 de outubro.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignleft is-resized\" id=\"attachment_132781\"><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Lucas-Daniel-Santos-Andrade-Geografia.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-0\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Lucas-Daniel-Santos-Andrade-Geografia.jpg\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:1;width:196px;height:auto\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Lucas Daniel Santos Andrade \u2013 autor do estudo. (Foto: Arquivo Pessoal)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignleft is-resized\" id=\"attachment_132782\"><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Flamarion-Dutra-Alves.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-1\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Flamarion-Dutra-Alves.jpg\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:1;width:192px;height:auto\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Flamarion Dutra Alves \u2013 professor\/orientador do trabalho. (Foto: Arquivo Pessoal)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pesquisa foi desenvolvida por Lucas Daniel Santos Andrade como trabalho de conclus\u00e3o do <a href=\"https:\/\/www.unifal-mg.edu.br\/geografia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">curso de Geografia<\/a> (Licenciatura), sob orienta\u00e7\u00e3o do professor Flamarion Dutra Alves (Instituto de Ci\u00eancias da Natureza).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Iniciada em 2024 como pesquisa de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, a investiga\u00e7\u00e3o se tornou tema do TCC: <em>An\u00e1lise da dimens\u00e3o socioespacial e econ\u00f4mica do turismo religioso: o caminho da f\u00e9 em Parais\u00f3polis-MG.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO tema \u00e9 t\u00e3o abrangente que s\u00f3 o relat\u00f3rio da IC n\u00e3o foi suficiente e levei como tema de TCC da minha gradua\u00e7\u00e3o\u201d, conta Lucas Andrade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O acad\u00eamico nasceu em Parais\u00f3polis e relata que passou a conviver de perto com os viajantes quando sua fam\u00edlia se mudou, em 2020, para uma ch\u00e1cara no bairro rural \u00c1reas, por onde passa o Caminho da F\u00e9. Mais tarde, seus pais abriram um ponto de apoio no local.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma fala da professora Ana Rute do Vale, durante a abertura de um ano letivo do curso o incentivou a pesquisar Geografia a partir das pr\u00f3prias viv\u00eancias. \u201cA professora falou que a pesquisa em Geografia deve ser inspirada nas viv\u00eancias do nosso cotidiano. Assim, tive a ideia de fazer uma pesquisa sobre o impacto econ\u00f4mico, tur\u00edstico e cultural do turismo religioso em minha cidade j\u00e1 que n\u00e3o h\u00e1 dados dispon\u00edveis at\u00e9 mesmo da Associa\u00e7\u00e3o de Amigos do Caminho da F\u00e9\u201d, compartilha.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para entender a din\u00e2mica da peregrina\u00e7\u00e3o no munic\u00edpio, Lucas Andrade analisou dados econ\u00f4micos, percorreu bairros rurais que integram a rota, entrevistou representante da Associa\u00e7\u00e3o dos Amigos do Caminho da F\u00e9 e respons\u00e1veis por 14 empreendimentos. Tamb\u00e9m coletou respostas de 100 peregrinos por meio de um formul\u00e1rio disponibilizado em quatro pousadas urbanas e um ponto de apoio rural, entre julho e outubro de 2025.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Neg\u00f3cios em torno da peregrina\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignright is-resized\" id=\"attachment_132783\"><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis-9.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-2\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis-9.jpg\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:0.7995337995337995;width:343px;height:auto\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">\u201cOs empres\u00e1rios locais viram a necessidade de abrir o neg\u00f3cio justamente pela grande demanda de peregrinos\u201d, afirma Lucas Andrade. (Foto: Arquivo\/Lucas Andrade)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nas entrevistas, os respons\u00e1veis pelos estabelecimentos relataram como organizaram hospedagem e alimenta\u00e7\u00e3o para quem atravessa o munic\u00edpio. Segundo Lucas Andrade, com exce\u00e7\u00e3o de um hotel, os neg\u00f3cios ouvidos surgiram ou foram adaptados em resposta \u00e0 procura ligada ao Caminho da F\u00e9.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cOs empres\u00e1rios locais viram a necessidade de abrir o neg\u00f3cio justamente pela grande demanda de peregrinos\u201d, afirma. Em parte das pousadas, os viajantes s\u00e3o recebidos em espa\u00e7os que antes eram casas dos propriet\u00e1rios ou ch\u00e1caras usadas nos fins de semana. Lucas Andrade chama aten\u00e7\u00e3o para as \u201cch\u00e1caras de veraneio que acabaram virando pousadas\u201d e para o car\u00e1ter familiar desses empreendimentos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A estadia curta tamb\u00e9m influencia os servi\u00e7os oferecidos. \u201cO peregrino \u00e9 um turista de passagem curta com necessidades espec\u00edficas\u201d, observa o pesquisador. Al\u00e9m de um lugar para dormir, ele precisa se alimentar antes de seguir viagem. Nas entrevistas, propriet\u00e1rios mencionaram a oferta limitada de locais para jantar na cidade, especialmente para quem chega cansado ao fim do dia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para o autor do estudo, reunir informa\u00e7\u00f5es sobre os estabelecimentos e os viajantes \u00e9 uma das contribui\u00e7\u00f5es do trabalho. \u201cCreio que o principal resultado foi o levantamento de dados dos empreendimentos e do perfil dos peregrinos que podem ser usados para futuras pesquisas ou pelo poder p\u00fablico.\u201d O TCC mostra experi\u00eancias de neg\u00f3cios vinculados \u00e0 rota, mas n\u00e3o calcula quanto ela movimenta na economia de Parais\u00f3polis nem quantos empregos criou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre as pessoas que responderam ao formul\u00e1rio, 65% eram homens e 69% tinham ensino superior. Algumas tamb\u00e9m relataram dificuldades com o custo da viagem. Lucas considera que esses dados levantam uma quest\u00e3o sobre quem tem condi\u00e7\u00f5es de realizar a peregrina\u00e7\u00e3o. Como a participa\u00e7\u00e3o no question\u00e1rio foi volunt\u00e1ria e ocorreu em cinco locais, os resultados descrevem os 100 respondentes, sem representar necessariamente todos os peregrinos do Caminho da F\u00e9.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Marcas da f\u00e9 na paisagem rural<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para o pesquisador, a mudan\u00e7a mais vis\u00edvel n\u00e3o est\u00e1 apenas nos estabelecimentos, mas tamb\u00e9m no trajeto. \u201cA principal transforma\u00e7\u00e3o sem d\u00favidas \u00e9 da zona rural, principalmente com a constru\u00e7\u00e3o de capelas ao longo do caminho\u201d, afirma. De acordo com Lucas Andrade, moradores e peregrinos participam da cria\u00e7\u00e3o desses espa\u00e7os, em alguns casos por devo\u00e7\u00e3o ou para cumprir uma promessa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cTem tamb\u00e9m v\u00e1rias placas motivacionais e fitinhas de Senhor do Bonfim colocadas nas cercas\u201d, acrescenta. Esses elementos ajudam a mostrar como a experi\u00eancia religiosa passa a fazer parte dos lugares percorridos. \u201cPercebemos que h\u00e1 uma apropria\u00e7\u00e3o desse espa\u00e7o que antes era voltado para o rural mais tradicional e agora divide o espa\u00e7o com a manifesta\u00e7\u00e3o da f\u00e9 dos peregrinos\u201d, analisa.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group is-layout-grid wp-container-core-group-is-layout-5a23bf8e wp-block-group-is-layout-grid\">\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis-1.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-3\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis-1.jpg\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:0.8;width:1080px;height:auto\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis-2.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-4\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis-2.jpg\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:0.8;width:1080px;height:auto\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis-3.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-5\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis-3.jpg\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:0.8;width:1080px;height:auto\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis-4.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-6\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis-4.jpg\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:0.8;width:1080px;height:auto\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis-5.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-7\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis-5.jpg\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:0.8;width:1080px;height:auto\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis-6.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-8\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis-6.jpg\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:0.8;width:1080px;height:auto\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis-7.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-9\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis-7.jpg\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:0.8;width:1080px;height:auto\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis-8.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-10\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis-8.jpg\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:0.8;width:1080px;height:auto\"\/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">(Fotos: Arquivo\/Lucas Andrade)<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Boas avalia\u00e7\u00f5es e dificuldades na caminhada<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os participantes do question\u00e1rio avaliaram positivamente a passagem pelo munic\u00edpio: em uma escala de 1 a 5, as pousadas e os hot\u00e9is receberam nota m\u00e9dia de 4,58, e a receptividade de Parais\u00f3polis, 4,68. As respostas tamb\u00e9m trouxeram cr\u00edticas \u00e0s condi\u00e7\u00f5es do percurso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lucas Andrade destaca os trechos da MG-295 entre Consola\u00e7\u00e3o e Parais\u00f3polis e entre a cidade e o bairro \u00c1reas. Segundo ele, a aus\u00eancia de acostamento faz com que pedestres e ciclistas sigam pela margem da rodovia. Nas vias rurais, as chuvas dificultam a passagem de peregrinos e moradores. \u201cOs peregrinos em grande parte reclamaram da falta de sinaliza\u00e7\u00e3o, pontos para descanso e bebedouros\u201d, relata.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O pesquisador observa que houve mudan\u00e7as desde a coleta de dados. Segundo ele, o munic\u00edpio padronizou placas indicativas e realizou cal\u00e7amento em alguns trechos rurais. A Associa\u00e7\u00e3o dos Amigos do Caminho da F\u00e9 tamb\u00e9m atua na sinaliza\u00e7\u00e3o da rota com as setas amarelas que orientam os peregrinos. Para Lucas Andrade, as melhorias j\u00e1 feitas n\u00e3o encerram as demandas registradas no estudo, especialmente quanto \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o das estradas e \u00e0 seguran\u00e7a nos trechos rodovi\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group is-layout-grid wp-container-core-group-is-layout-5a23bf8e wp-block-group-is-layout-grid\">\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis1-1-scaled.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-11\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis1-1-scaled.jpg\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:1.3333333333333333;width:2560px;height:auto\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis1-2-scaled.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-12\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis1-2-scaled.jpg\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:1.3333333333333333;width:2560px;height:auto\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis1-3-scaled.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-13\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/caminho-da-fe-paraisopolis1-3-scaled.jpg\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:1.3333333333333333;width:2560px;height:auto\"\/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">(Fotos: Arquivo\/Lucas Andrade)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para conhecer detalhes da pesquisa, acesse o <a href=\"https:\/\/repositorio.unifal-mg.edu.br\/items\/7c0df9a3-ccad-4d35-9689-5f9dc9153538\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">TCC na \u00edntegra<\/a> no Reposit\u00f3rio Institucional<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo desenvolvido no curso de Geografia (Licenciatura) mostra como a rota se relaciona com o com\u00e9rcio e a paisagem do munic\u00edpio Pousadas instaladas em antigas casas de fam\u00edlia, pontos de apoio criados em ch\u00e1caras e capelas constru\u00eddas ao longo do trajeto s\u00e3o algumas das marcas deixadas pelo Caminho da F\u00e9 na cidade de Parais\u00f3polis, no [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":14916,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"class_list":["post-14915","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-unifal"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/facepevirtual.org.br\/facepe\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14915","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/facepevirtual.org.br\/facepe\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/facepevirtual.org.br\/facepe\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/facepevirtual.org.br\/facepe\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/facepevirtual.org.br\/facepe\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14915"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/facepevirtual.org.br\/facepe\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14915\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/facepevirtual.org.br\/facepe\/wp-json\/wp\/v2\/media\/14916"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/facepevirtual.org.br\/facepe\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14915"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/facepevirtual.org.br\/facepe\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14915"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/facepevirtual.org.br\/facepe\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14915"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}