{"id":9732,"date":"2026-05-12T14:10:58","date_gmt":"2026-05-12T17:10:58","guid":{"rendered":"https:\/\/facepevirtual.org.br\/facepe\/?p=9732"},"modified":"2026-05-12T14:11:00","modified_gmt":"2026-05-12T17:11:00","slug":"pesquisa-desenvolvida-pelo-grupo-genero-pela-nao-intolerancia-investiga-impactos-do-carcere-sobre-mulheres-familiares-de-pessoas-presas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/facepevirtual.org.br\/facepe\/pesquisa-desenvolvida-pelo-grupo-genero-pela-nao-intolerancia-investiga-impactos-do-carcere-sobre-mulheres-familiares-de-pessoas-presas\/","title":{"rendered":"Pesquisa desenvolvida pelo grupo G\u00eanero pela N\u00e3o Intoler\u00e2ncia investiga impactos do c\u00e1rcere sobre mulheres familiares de pessoas presas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Financiado pela FAPEMIG e pelo CNPq, estudo do GENI analisa estigmas, vulnerabilidades e viola\u00e7\u00f5es de direitos enfrentados por m\u00e3es, filhas, irm\u00e3s e companheiras de pessoas privadas de liberdade<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/category\/ciencia\/\">+Ci\u00eancia<\/a>,\u00a0<a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/category\/destaque\/\">Destaque<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/2026\/05\/11\/\"><time>11\/05\/2026<\/time><\/a><\/li>\n\n\n\n<li>13:42<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Atualizado em 11\/05\/2026 13:44<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/author\/ana-araujo\/\">Ana Carolina Ara\u00fajo<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Imagem-retrata-os-impactos-do-carcere-sobre-familiares-de-pessoas-presas-especialmente-mulheres.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-127566\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imagem ilustrativa retrata os impactos do c\u00e1rcere sobre familiares de pessoas presas, especialmente mulheres. (Imagem criada com aux\u00edlio de intelig\u00eancia artificial)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O encarceramento de uma pessoa ultrapassa os muros do sistema prisional e impacta tamb\u00e9m quem permanece fora dele. Na UNIFAL-MG, pesquisadoras do grupo&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/geniunifalmg\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">G\u00eanero pela N\u00e3o Intoler\u00e2ncia, o GENI<\/a>, vinculado ao&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.unifal-mg.edu.br\/icsa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instituto de Ci\u00eancias Sociais Aplicadas (ICSA)<\/a>&nbsp;do campus Varginha, t\u00eam investigado os reflexos sociais, econ\u00f4micos e emocionais vividos por mulheres familiares de pessoas privadas de liberdade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por meio do projeto&nbsp;<em>Efeitos extrapenais para mulheres familiares de pessoas em situa\u00e7\u00e3o de c\u00e1rcere<\/em>, financiado pela&nbsp;<a href=\"https:\/\/fapemig.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG)<\/a>, o grupo busca compreender como m\u00e3es, filhas, irm\u00e3s e companheiras de pessoas presas enfrentam processos de estigmatiza\u00e7\u00e3o, viol\u00eancias e restri\u00e7\u00f5es de direitos em diferentes dimens\u00f5es da vida cotidiana.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignright is-resized\" id=\"attachment_127568\"><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Cilene-Pereira.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-0\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Cilene-Pereira.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-127568\" style=\"width:241px;height:auto\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cilene Pereira \u2013 professora do ICSA e integrante do GENI. (Foto: Arquivo Pessoal)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo a professora Cilene Pereira, integrante da equipe de pesquisa e respons\u00e1vel pela medi\u00e7\u00e3o e pelas parcerias institucionais com a comunidade, a escolha do tema surgiu a partir do crescimento da popula\u00e7\u00e3o carcer\u00e1ria brasileira e de seus impactos em uma sociedade marcada por desigualdades de g\u00eanero, ra\u00e7a e classe.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA proposi\u00e7\u00e3o do tema parte de dados sobre a crescente popula\u00e7\u00e3o carcer\u00e1ria no pa\u00eds e sobre os impactos significativos que isso traz para a sociedade\u201d, destaca.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pesquisa se organiza em dois eixos principais. O primeiro analisa a rela\u00e7\u00e3o entre mulheres e Estado, a fim de observar como familiares de pessoas encarceradas enfrentam restri\u00e7\u00f5es relacionadas ao acesso ao trabalho, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, \u00e0 propriedade e at\u00e9 ao exerc\u00edcio da sexualidade. O segundo eixo investiga como essas mulheres s\u00e3o reconhecidas e representadas socialmente, a partir de processos estigmatizadores e de viol\u00eancias m\u00faltiplas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignleft is-resized\" id=\"attachment_127569\"><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Fernanda-Onuma.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-1\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Fernanda-Onuma.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-127569\" style=\"width:252px;height:auto\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fernanda Onuma \u2013 professora do ICSA e uma das coordenadoras do estudo. (Foto: Arquivo Pessoal)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O tema j\u00e1 aparecia com frequ\u00eancia em a\u00e7\u00f5es de extens\u00e3o realizadas pelo grupo junto a mulheres em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade social e de risco, conforme aponta a professora Fernanda Onuma, uma das coordenadoras do estudo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO tema do c\u00e1rcere era recorrente, evidenciando esse atravessamento que as vulnerabilizava ainda mais\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dados do&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.gov.br\/senappen\/pt-br\/servicos\/sisdepen\/relatorios\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Relat\u00f3rio de Informa\u00e7\u00f5es Penais<\/a>&nbsp;de 2023, citado pela pesquisadora, mostram que a popula\u00e7\u00e3o carcer\u00e1ria brasileira \u00e9 formada majoritariamente por homens jovens, pobres, negros e com baixa escolaridade, um perfil que tamb\u00e9m se reflete nas mulheres afetadas indiretamente pelo sistema prisional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre os principais efeitos extrapenais do encarceramento de um indiv\u00edduo, a professora Santiane Arias aponta o estigma, o empobrecimento e a reconfigura\u00e7\u00e3o da unidade familiar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO projeto busca pensar em como a priva\u00e7\u00e3o de liberdade tamb\u00e9m afeta quem est\u00e1 fora do sistema prisional, sobretudo mulheres parentes (m\u00e3es, filhas, irm\u00e3s e\/ou companheiras) de pessoas em situa\u00e7\u00e3o de c\u00e1rcere\u201d, pontua.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignright is-resized\" id=\"attachment_127570\"><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Santiane-Arias.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-2\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Santiane-Arias.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-127570\" style=\"width:242px;height:auto\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Santiane Arias \u2013 professora do ICSA e integrante do GENI. (Foto: Arquivo Pessoal)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m da pesquisa bibliogr\u00e1fica e documental, o trabalho envolve ainda atividades de campo desenvolvidas por meio da extens\u00e3o universit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tert\u00falias Dial\u00f3gicas, grupos focais e entrevistas semiestruturadas s\u00e3o algumas das metodologias realizadas com mulheres atendidas por unidades do Centro de Refer\u00eancia de Assist\u00eancia Social (CRAS) de Varginha e com familiares ligados \u00e0 Associa\u00e7\u00e3o das Andorinhas Unidas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com a professora Aline Louren\u00e7o, a proposta da pesquisa \u00e9 identificar as dificuldades de acesso a direitos e os estigmas enfrentados por essas mulheres.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignleft is-resized\" id=\"attachment_127571\"><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Aline-Lourenco.jpg\" data-rel=\"lightbox-image-3\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Aline-Lourenco.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-127571\" style=\"width:257px;height:auto\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Aline Louren\u00e7o \u2013 professora do ICSA e integrante do GENI. (Foto: Arquivo Pessoal)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cBuscamos compreender as dificuldades de acesso a direitos garantidos e os estigmas e viol\u00eancias a que s\u00e3o submetidas essas mulheres, traduzidos, no projeto, no que chamamos de efeitos extrapenais\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dentro do projeto, quatro pesquisas de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica est\u00e3o em andamento, cada uma focada em um aspecto distinto do problema.&nbsp;Jady Borges investiga as viol\u00eancias e viola\u00e7\u00f5es sofridas por mulheres familiares de pessoas presas, sob orienta\u00e7\u00e3o da professora Cilene Pereira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Rafaella de Oliveira Figueiredo examina a constru\u00e7\u00e3o social da figura da \u201cmatriarca\u201d nas experi\u00eancias de m\u00e3es de presos, orientada pela professora Aline Louren\u00e7o. Maria J\u00falia Marcondes da Rocha, sob orienta\u00e7\u00e3o da professora Santiane Arias, pesquisa os rastros intergeracionais de vulnerabilidade presentes nas narrativas dessas mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 Camilly Vit\u00f3ria Bernardes de Sousa, orientada pela professora Fernanda Onuma, analisa os efeitos extrapenais e a reprodu\u00e7\u00e3o social para mulheres familiares no Sul de Minas Gerais, pesquisa financiada com recursos do&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.gov.br\/cnpq\/pt-br\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNPq<\/a>&nbsp;por meio do Programa Institucional de Bolsas de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica \u2013&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.unifal-mg.edu.br\/prppg\/wp-content\/uploads\/sites\/84\/2025\/06\/SEI_1526275_Edital-11_2025.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Edital n\u00ba 11\/2025<\/a>&nbsp;da Pr\u00f3-Reitoria de Pesquisa e P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o da UNIFAL-MG.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para acompanhar as atividades do GENI,&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/geniunifalmg\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">acesse aqui<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Leia tamb\u00e9m:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/estudo-aponta-que-trabalho-domestico-e-associado-a-dever-sobrevivencia-e-reconhecimento-por-mulheres-em-vulnerabilidade-em-varginha\/\">:: Estudo aponta que trabalho dom\u00e9stico \u00e9 associado a dever, sobreviv\u00eancia e reconhecimento por mulheres em vulnerabilidade em Varginha<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/pesquisa-de-iniciacao-cientifica-analisa-como-as-atividades-das-tertulias-dialogicas-fortalecem-redes-de-apoio-entre-mulheres-em-situacao-de-risco-social-de-varginha\/\">:: Pesquisa de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica analisa como as atividades das \u2018Tert\u00falias Dial\u00f3gicas\u2019 fortalecem redes de apoio entre mulheres em situa\u00e7\u00e3o de risco social de Varginha<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/jornal.unifal-mg.edu.br\/violencia-no-ambiente-de-trabalho-domestico-tambem-e-violencia-domestica-alerta-pesquisa-de-mestrado-em-gestao-publica-e-sociedade\/\">:: Viol\u00eancia no ambiente de trabalho dom\u00e9stico tamb\u00e9m \u00e9 viol\u00eancia dom\u00e9stica, alerta pesquisa de mestrado em Gest\u00e3o P\u00fablica e Sociedade<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Financiado pela FAPEMIG e pelo CNPq, estudo do GENI analisa estigmas, vulnerabilidades e viola\u00e7\u00f5es de direitos enfrentados por m\u00e3es, filhas, irm\u00e3s e companheiras de pessoas privadas de liberdade Atualizado em 11\/05\/2026 13:44 O encarceramento de uma pessoa ultrapassa os muros do sistema prisional e impacta tamb\u00e9m quem permanece fora dele. 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